PONDERANDO

Roberto Alves de Athayde

Confúcio falou e disse

Hoje, nada de política!

Confira: manhã ensolarada, tomando sol na barriga para fixar a vitamina D – que combate o enfraquecimento ósseo, a osteoporose, a fraqueza muscular – curtição de passarinhos circulando pelas árvores, inclusive beija-flores dando o ar de sua graça. Nada de facebook e congêneres.

Um pouco de música clássica ao fundo, aliada à quietude que envolve o jardim e permite colocar os pensamentos e os nervos nos seus devidos lugares. (Continua…)

Retrato sem retoque

Pesquisa na Internet revela que são 187.250 os médicos registrados no CREMESP (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo). No país são 430 mil profissionais.

Segundo a EBC – Agencia Brasil, “ a região com o maior número de médicos por habitante é Ribeirão Preto (3,32 médicos por mil habitantes), seguido pela região da Grande São Paulo (média de 3,05 médicos por mil habitantes). Já as regiões com as menores médias são: Registro, no Vale do Ribeira (0,86 médicos por mil habitantes) e São João da Boa Vista (1,37 médicos por mil habitantes). (Continua…)

A Justiça e Você

A Justiça e o Direito, enquanto ciência, não são entendidos por todos. Casos de grande repercussão envolvendo julgamentos, como os ora ocorrendo por aqui, despertam a atenção dos mais politizados. Mesmo desconhecendo os intestinos desse universo – que mais parece ser uma caixa preta aos olhos do homem comum – não há quem não forme opinião (gratuita) sobre acontecimentos que levam os tribunais às nossas casas, via imprensa. (Continua…)

A União Soviética de 2017 e a República das Bananas

Tentei desvencilhar-me da política esta semana escrevendo sobre tema mais leve. Mas a torrente de bombásticos acontecimentos, para dizer o mínimo, levaram-me de novo por este caminho. Chegamos a um ponto tal que não permanece mais pedra sobre pedra na estrutura institucional e política do país. Desmoronamento absoluto! (Continua…)

A alforria pode estar próxima

O Brasil foi o último país independente do continente americano a abolir a escravatura (Lei Áurea em 1888); um processo iniciado em 1850 através de uma lei que extinguia o tráfico internacional de escravos. Foram quase 40 anos para derrubar um regime abominável que bem demonstra o desprezo que o homem tem por seu semelhante, quando defrontado com a possibilidade de perder privilégios. No caso, privilégios adquiridos na primeira metade do século XVI. Era o início da produção de açúcar no Brasil fazendo uso da mão-de-obra escrava nos engenhos do Nordeste. Triste sina! (Continua…)

Eclipse na política

Estamos a enfrentar momentos dissonantes na vida brasileira. Momentos em que a ética vem sendo solapada por manobras vis praticadas por todos os poderes. A anarquia institucional se instalou e nos confronta! (Continua…)

MOMENTO OPORTUNO PARA (RE)LEMBRAR

Se és capaz de manter tua calma, quando,
todo mundo ao redor já a perdeu e te culpa.
De crer em ti quando estão todos duvidando,
e para esses no entanto achar uma desculpa.

Se és capaz de esperar sem te desesperares,
ou, enganado, não mentir ao mentiroso,
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,
e não parecer bom demais, nem pretensioso. (Continua…)

Somos todos irracionais

O mundo está em estado de alerta. Vem sofrendo as consequências da – e tentando entender a – epidemia da violência sem medida. Presente em todos os países sob roupagem distinta, mas não menos cruel, faz-nos pensar que estamos diante do final dos tempos. Estaríamos vivendo a Batalha do Armagedom? (Continua…)

Nota zero como parâmetro?

Estamos sendo, literalmente, entupidos com um volume alarmante de informações de todos os tipos e para todos os gostos, liberados via internet e televisão. Um universo sem fim de propaganda, banners que não raro dificultam a leitura de reportagens, em flagrante desrespeito ao leitor, maquiavelicamente instalados para prender sua atenção. (Continua…)

Por que não eles?

Escancarada a porta maior da Corrupção no país, haja vista as recentes delações premiadas dos donos do Grupo JBS, ficou claro que as águas estão mais turvas e profundas do que se imaginava.

Desconhecia-se, no entanto, a extensão dos tentáculos da Máfia governamental/empresarial que deixou de fora apenas os cidadãos de bem – aqueles que procuram ganhar a vida honestamente e vêm pagando caro pela voracidade do “sistema” ao melhor estilo de sua irmã siciliana: pagando caro por estarem sendo sufocados pela recessão e obrigados a arcar com impostos e juros bancários abusivos, instituídos por uma política tributária feudal, cujos recursos deveriam estar sendo alocados à Educação, Saúde e Segurança. (Continua…)

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