PONDERANDO

* * * Reflexão em 120 segundos * * *

Uma odisseia em curso

“ A competição entre seres humanos e robôs por empregos qualificados e bem remunerados já começou e deverá se acirrar no futuro. Como as máquinas serão mais produtivas em todas as profissões, a renda do trabalho deverá crescer muito lentamente e corre o risco até de encolher.

O prognóstico é feito pelo economista Richard Freeman (Universidade de Harvard) que pesquisa os efeitos do avanço da inteligência artificial sobre economia, educação e mercado de trabalho. ” (Continua…)

Uma odisseia em curso

A competição entre seres humanos e robôs por empregos qualificados e bem remunerados já começou e deverá se acirrar no futuro. Como as máquinas serão mais produtivas em todas as profissões, a renda do trabalho deverá crescer muito lentamente e corre o risco até de encolher. (Continua…)

Homo sapiens, mas nem tanto

Somos todos seres estressados pela qualidade de vida imposta por uma sociedade cujos objetivos, ao longo do tempo, tem sido o de criar facilidades para a vida cotidiana. O caminho escolhido, por décadas em sequência: reduzir tarefas de esforço manual pelo uso de máquinas; produzir mais – ainda que com qualidade inferior -, para atender a demanda crescente de consumo (estimulada pelo marketing agressivo); compactar espaços restringindo condições de conforto; oferecer comodidades que levam ao sedentarismo o qual – por sua vez – compromete a saúde; negligenciar na aplicação de leis que permitiriam às pessoas viver com mais saúde, em paz e tranquilidade.

(Continua…)

Seu futuro pode estar em jogo

“ O Banco Mundial coloca o país como uma das piores economias do mundo para se fazer negócios. E muito disso é fruto da burocracia.

No ranking, que lista 190 economias do mundo todo, o Brasil aparece em 123.ª. Três quesitos puxam a classificação do país para baixo, todos relacionados à burocracia: a dificuldade para começar um negócio, as permissões de zoneamento e o pagamento de impostos. (Continua…)

Espelho meu, espelho meu

O espelho faz parte de nossa vida desde sempre, mas sequer nos ocorre como seria viver sem ele. Talvez você não saiba que o primeiro foi feito com pedaços de obsidiana, uma rocha vulcânica, na Anatólia – atual Turquia – há pelo menos 8 mil anos atrás. Era pouco mais de um borrão. Nada que ao longo dos séculos não fosse aperfeiçoado até chegar-se, em 1835, com o alemão Justus von Liebig, ao desenvolvimento de um método para aplicar uma fina camada de prata metálica sobre vidro, dando origem aos espelhos modernos. E a realidade veio à tona!

Imagine-se, nos dias de hoje, você vivendo sem um espelho à sua frente, atento aos mínimos detalhes de seu corpo – rosto em particular. É bem verdade que existiriam algumas vantagens, pois você envelheceria sem se dar conta da realidade o que, talvez, o (a) deixasse um pouco mais…feliz. Afinal, o que os olhos não veem o coração não sente.

Ou se veem, podem enganar momentaneamente o cérebro deixando o inconsciente confuso e fazendo com que este capte ideias falsas, preenchendo espaços que não ficam claros à primeira vista. É o que chamamos de ilusão de óptica. Podem ser fisiológicas quando surgem naturalmente ou cognitivas quando se criam com artifícios visuais.

Para o cientista italiano Giovanni Caputo existe uma brincadeira (?) que consiste em olhar fixamente para o seu próprio reflexo em um espelho e ver como o seu rosto começa a se transformar em uma imagem toda distorcida ou, ainda, com visão de desconhecidos, animais e monstros. Segundo ele, não têm nada de sobrenatural e provavelmente pode ser explicado por meio de uma ilusão de óptica conhecida como Efeito de Troxler: consiste em um fenômeno de percepção visual descoberto por um médico suíço chamado Ignaz Paul Vital Troxler, em 1804, e se caracteriza pela perda da visão periférica quando olhamos ininterruptamente durante vários minutos para um ponto fixo.

E ainda segundo Caputo, é possível que algo mais possa estar envolvido na formação da ilusão, como, por exemplo, um efeito dissociativo de identidade. Segundo essa teoria, o cérebro possivelmente “bagunça” as regiões periféricas do rosto que saem de foco e as recria com novas feições — só que – algumas vezes – elas resultam ser assustadoras.

Bem, diante disso, melhor ficar com a “Branca de Neve” e o famoso espelho que conversa com a malvada rainha sendo por ela questionado: “ Espelho meu, espelho meu, existe no mundo alguém mais bela do que eu? ” O resto você deve conhecer. Caso não, assista ao filme e volte a ser criança mais um pouco.

Última oportunidade

O brasileiro que não é analfabeto funcional começou, recentemente, a conhecer siglas de que jamais ouvira falar antes: STF, MPF, TSE e quantas mais. Até os mais desavisados aprenderam que Câmara dos Deputados e Senado Federal compõem o Legislativo e que “Planalto” – eufemismo criado pela Globo – significa governo. Poder Judiciário, Polícia Federal, Procuradores da República, deixaram de ser entidades desconhecidas – ou conhecidas de ínfima camada da população – passando a despertar a atenção da parte mediana-superior da pirâmide.

(Continua…)

A estrada é toda sua

Os que ingressam no mercado de trabalho munidos de diplomas acadêmicos ou técnicos têm como objetivo primeiro o emprego em uma empresa. Profissionais liberais optam, em menor número, por uma carreira solo. Para estes, é condição sine-qua-non a formação de excepcional qualidade e vocação inata, binômio fundamental para maximizar o sucesso na vida profissional. (Continua…)

Erros e o Vento

Ninguém erra por vontade própria. A menos que o faça por um desvio patológico ou fazendo uma jogada de mestre. Aquela em que só o sujeito enxerga o que outros não percebem. Acontece, e aí é chamado de gênio. Não poucos tentam driblar a natureza das situações querendo dar uma de joão sem braço. Não funciona!
O fato é que erramos por inexperiência, erro de cálculo, ousadia além da conta.  Não há quem possa atirar a primeira pedra! (Continua…)

Supremacia da bala

A mais recente chacina ocorrida nos Estados Unidos, em Las Vegas, esta semana, volta a suscitar o debate em torno da liberação de venda de armas a cidadãos norte-americanos. Venda – até de metralhadoras – sem qualquer restrição. (Continua…)

Há que se reescrever a História…

O mundo enfrentou no século passado duas guerras mundiais de consequências catastróficas. Depois da última, não tem sido poucos os conflitos que continuaram explodindo, sempre em nome da hegemonia de uma raça ou religião levando o desespero a milhões. Sem nos esquecermos dos que ainda se expandem por razões econômicas e paixão pelo poder. (Continua…)

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