PONDERANDO

HOLAMBRA

Autor: Roberto Alves de Athayde (page 1 of 54)

“Talento só, não basta” (Artigo escrito em 1/10/2010)

“O episódio recente envolvendo o jogador do Santos, Neymar Santos Jr., dirigido pelo técnico Dorival Jr. – que não se percam pelos nomes – foi notícia até no exterior.

Indisciplinado contumaz, o jogador tem sido defendido por muitos como um jovem de raro talento, apenas irreverente. Suas transgressões, sempre relevadas pela diretoria do clube. Coisas da idade argumentam uns. Coisas que o maior gênio do futebol, com a mesma idade, já campeão mundial, pertencente ao mesmo Santos, jamais se permitiu. Continue reading

Como reinventar este país?

“A lista de maiores remunerações recebidas no ano passado traz, na sequência, os diretores-presidentes do Santander (R$ 43,068 milhões), da Bolsa de Valores – B3 (R$ 37,849 milhões), da Suzano Papel e Celulose (R$ 28,221 milhões), o presidente do Conselho de Administração do Bradesco (R$ 27,684 milhões) e o diretor-presidente da Vale (R$ 22,251 milhões)”. (UOL) Continue reading

Vale a pena ver de novo?

Estamos vivendo dias conturbados na política e economia brasileiras. Não é menos verdade que na Europa – por razões distintas, mas não menos preocupantes – a insatisfação e consequências dos rumos a serem tomados – por decisões não menos apaixonadas – podem repercutir em meio mundo com resultados imprevisíveis, inclusive para o Brasil. Continue reading

Não posso jogar a toalha

O Presidente Jair Bolsonaro assumiu o governo em 1° de janeiro sob enorme expectativa de reverter o quadro socioeconômico caótico herdado de administrações anteriores. Com uma estrutura mais enxuta que a encontrada, compôs seu ministério com nomes desconhecidos – indicação inicialmente considerada positiva – alimentando esperança daqueles que – pelo voto – o colocaram no Palácio do Planalto. Continue reading

A Injusta Mega-Sena

A Mega-Sena deste último fim de semana pagou o prêmio de R$ 289 milhões a um único ganhador. Foram muitos milhões os perdedores vendo seus sonhos desfeitos neste que é um país com desigualdade social do tamanho de seu território. Continue reading

Excelentíssimo Senhor Presidente da República Jair Messias Bolsonaro

Vossa Excelência, apesar de ter sido paraquedista durante sua vida militar. não caiu de paraquedas na cadeira mais importante da República, a de presidente deste país. Foi colocado lá por mais de 57 milhões que acreditaram em suas propostas para tornar mais digna a vida de todos os que confiaram – e não confiaram – em sua visão de governo, missão e valores. Continue reading

A Casa da Mãe Joana

“O Brasil está sendo governado por um bando de maluco”!

Esta frase foi proferida pelo ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva durante “entrevista exclusiva” concedida aos jornais Folha de S. Paulo e El País (Espanha), no último dia 26, na sede da Polícia Federal em Curitiba onde está preso desde abril do ano passado. Continue reading

Fraternidade e Desprendimento

No último dia 15 de abril a Catedral Notre-Dame de Paris sofreu um incêndio de grandes proporções causando consternação mundial. Sua construção, iniciada no século XII (ano 1163), durou mais de cento e setenta anos. Uma obra prima da arquitetura gótica, a catedral revelou-se cartão postal emblemático que recebia uma média de 13 milhões de visitantes ao ano e foi declarada Patrimônio da Humanidade em 1991. Continue reading

Esta não é uma gravação

Sou adepto de inovações tecnológicas. Como em tudo na vida, apresentam (as inovações) aspectos positivos e negativos a depender de seu uso. O automóvel, por exemplo, se usado com responsabilidade para o fim destinado é de valia indiscutível; caso contrário, é uma arma. E as armas: começaram a ser fabricadas para servirem de autodefesa desde sempre. Como o ser humano é um animal que se distingue por agir com racionalidade, mas não raro ignora esta faceta, fez e faz de seu uso um instrumento visando a (também) letalidade de seu semelhante.   

A tecnologia da telefonia móvel é outro bom exemplo. Criou o celular há cerca de – apenas – 40 anos revolucionando a forma de como os humanos podem se comunicar. Desde então, seu aperfeiçoamento constante, em escala exponencial, vem transformando o como o homem (e a mulher, por óbvio) se comunica fazendo uso daquela “caixinha” mágica de aproximadamente 14×7 cm. Aceita conversas com várias pessoas ao mesmo tempo, fotografa, arquiva mensagens e fotos, acessa sua conta bancária e permite transações financeiras sem sair de casa, recebe e envia mensagens, acessa o noticiário televisivo e impresso e, reúne uma infinidade de recursos jamais imaginados. Magistral!

Por outro lado – e aqui, estou certo, devo ser questionado por meu posicionamento -, o uso de um do aplicativos gratuitos para troca de mensagens mais usados, o WhatsApp, tem levado as pessoas a se comunicarem apenas virtualmente. O que deveria, a meu ver, ser uma alternativa em caso de impedimento de comunicação por voz, tornou-se uma regra distanciando as pessoas. Lamento.

Uma das maravilhas desenvolvidas pelo ser humano é a habilidade de usar a fala, do mirar o olho no olho, sentindo emoções apenas presentes em contatos presenciais. Nessa impossibilidade, ao fazer uso de palavras digitadas e não da voz, quando em contatos virtuais, perde-se aquela sensação de aproximação com o outro pelo tom – que pode expressar afeto, carinho, dúvida, desencanto, aprovação ou crítica silenciosa. Uma artificialidade sem fim, como se robôs fôssemos. Aliás, creio que não estamos muito longe disso…

Assim, consciente de ser voto vencido – de goleada – em qualquer discussão sobre este assunto, permaneço à disposição de leitores, amigos e parentes para ouvir sua agradáveis vozes e tons de emoção – quaisquer que sejam eles – para certeza que estamos vivos e bem.

Ou seja: “esta não é uma gravação…”  

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O STF é do barulho!

O assunto é polêmico, causando discussões infindáveis entre o comércio, de olho nos lucros, os amantes de barulho crescente (já ensurdecidos) sem fim e a sociedade sensível aos danos consequentes. Refiro-me aos rojões, morteiros e afins utilizados, principalmente, em “viradas” de fim de ano. Os fogos de artifício, belíssimos por sinal para serem apreciados, não se incluem nessa pouco civilizada prática. Continue reading

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