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* * * Reflexão em 120 segundos * * *

Categoria: Acontecimento (Página 1 de 4)

Por falar em Copa (final)

A Croácia é vice-campeã da Copa do Mundo FIFA. Feito inédito para um país independente há apenas 27 anos. Com cerca de 4 milhões de habitantes, esse pequeno Estado na fronteira dos Bálcãs receberá pela “façanha” US$ 29,5 milhões (R$ 113,5 milhões). A seleção francesa – campeã – por seu turno, US$ 39,5 milhões (R$ 152,1 milhões). Números que impressionam. (Continua…)

Por falar em Copa (2)

Para quem não sabe, em 28 de maio de 1928 o Comitê Executivo do Congresso da FIFA decidiu oferecer uma taça como recompensa pela conquista da primeira Copa do Mundo de Futebol.

O então presidente da Federação, Jules Rimet, ordenou que fosse feito um troféu, em ouro. Por sugestão de seu idealizador, a posse definitiva do troféu ficaria com o país que conseguisse vencer um total de três edições da Copa.

Um novo congresso da entidade, realizado em Luxemburgo, a 1 de julho de 1946, decidiu que o nome da taça homenagearia seu idealizador, passando desde então a chamar-se Taça Jules Rimet. (Continua…)

Por falar em Copa…

Do UOL: “A CBF já definiu a premiação a ser paga aos jogadores da seleção brasileira em caso de conquista do hexacampeonato mundial. Após acordo entre diretoria e comissão técnica dias antes da estreia, ficou resolvido que vencer a Copa do Mundo renderá US$ 500 mil (R$ 1,87 milhão) para cada um dos 23 convocados, totalizando um valor de R$ 43,1 milhões em premiação ao grupo de atletas pelo sonhado título. O técnico Tite tem direito a valor semelhante em caso de vitória em uma possível final.”

Será este o Brasil que deu certo? (Continua…)

O guizo no gato

A recente greve dos caminhoneiros veio descortinar o ambiente sombrio que há muito pairava sobre os céus de Brasília. E, naturalmente, expôs a chaga do populismo que se pretende reinstalar no país, quando tapar o sol com a peneira é mais fácil (e conveniente) que enfrentar a realidade que nos impinge a aceitar Contos da Carochinha e verdades como a do nariz de Pinóquio.

Os caminhoneiros armaram o bote para cima de um governo prestes a receber a extrema-unção que abriu as burras do Tesouro Nacional com se dele fosse proprietário. (Continua…)

Mãe Nossa de Todo Dia

Segundo nos revela a história, a data a ser celebrada no próximo domingo “surgiu em virtude do sofrimento de uma americana que, após perder a mãe, passou por um processo depressivo. As amigas mais próximas de Anna M. Jarvis, para livrá-la de tal sofrimento, fizeram uma homenagem para sua mãe, que havia trabalhado na guerra civil do país, os Estados Unidos da América. A festa fez tanto sucesso que, em 1914, o presidente Thomas Woodrow Wilson oficializou a data e a comemoração se difundiu pelo mundo afora”.

No Brasil, em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou, também, o segundo domingo de maio como aquele para prestar homenagens às mães. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou, igualmente, que essa data fizesse parte do calendário oficial da Igreja Católica.

Com o passar do tempo, a história ficou para trás. Passou a ser uma data importante para o comércio que a explora através de campanhas publicitárias intensas não permitindo que alguém fique de fora.

Uma das mais belas frases que já tive oportunidade de ler sobre mãe, que nada tem a ver com Dia em questão, é esta escrita por Rajneesh: “No momento em que uma criança nasce a mãe também nasce. Ela nunca existiu antes. A mulher existia, mas a mãe, nunca. Uma mãe é algo absolutamente novo”.

Este pensamento, profundo a meu ver, revela cristalinamente a primordial diferença entre um pai e uma mãe. As mães permanecem à frente do dos pais, durante toda a vida de seus filhos, a começar por ser a primeira a tomar conhecimento da concepção. Além de dar-lhes vida, cedendo-lhes parte da sua por nove meses, surgem como as fadas dos contos, extrapolando seu papel de serem simplesmente mulheres. Nós homens – e mesmo pais, muitos – não temos a menor noção do que significa gestar no sentido lato do termo. Somos a centelha que inicia um processo mágico de transformação, mas não mais que coadjuvantes, espectadores apaixonados, orgulhosos como espécie.

Não há como presentear nossas mães biológicas e aquelas de nossos filhos, sem nos lembrarmos daquelas que não o são. Estas merecem estar, também, no topo do pódio. Tanto umas como outras, estou certo, anseiam, mais que lembranças compradas em lojas, por lembranças diárias vindas do coração, por palavras, gestos, afagos e até mesmo simples olhares.

Aquela que lhe permitiu estar aqui e agora pode estar presente apenas na saudade. Aproveite o domingo e todo o tempo que lhes resta, durante o ano todo, para lembrar que você simplesmente respira porque alguém, algum dia, lhe concedeu o privilégio de viver.

Não há dinheiro que compre o incomprável.

12 mil anos e… ainda não aprendemos

O canal de TV National Geographic, semana passada, divulgou entrevistas com astronautas – homens e mulheres – que estiveram por meses fazendo experiências na Estação Espacial internacional. Os depoimentos abordaram, inclusive, as dificuldades de uma eventual viagem a Marte (9 meses) em caso de, no futuro, haver necessidade de remoção de “terráqueos” para fugir de um – não fora de cogitações – cataclismo.     (Continua…)

Agora é pegar ou largar

O mundo acordou hoje com a triste notícia do falecimento de Stephen Hawking aos 76 anos. Físico teórico e cosmólogo, esse gênio britânico ajudou a entender a origem do Universo e o papel dos buracos negros. Para quem desconhece, Cosmologia é a Ciência que estuda o Universo na sua origem, estrutura, evolução e composição. (Continua…)

As moscas são as mesmas

A Corte das Cortesias

Por mais que oportuno, transcrevo texto de Chico Alencar, autor de BR-500: um guia para a redescoberta do Brasil, Ed. Vozes. 

“Há 210 anos, em 22 de janeiro de 1808, aconteceu um “segundo descobrimento” do Brasil. Aportou em Salvador, fugindo das guerras napoleônicas, a esquadra que trazia nada menos 15 mil fidalgos da Corte Portuguesa. Escoltada pela Inglaterra, a “senhora dos mares”, e tendo D. João à frente, os nobres logo se estabeleceram na capital da Colônia, o Rio de Janeiro.

Dom João VI ganhou de um traficante de escravos uma bela mansão na Quinta da Boa Vista. E, no seu curto reinado brasileiro (ficou até 1821), distribuiu mais títulos de nobreza do que em toda a história da monarquia portuguesa.

O historiador Pedro Calmon (1902-1985) dizia que “para ganhar um título de nobreza em Portugal eram necessários 500 anos, mas no Brasil bastavam 500 contos”

Passados pouco mais de 200 anos, só mudaram as moscas!

Há que se temer pelo futuro!

“Te agradeço pela vida”

Hoje é aniversário da filha que ocupa o primeiro lugar na fila com quatro. Não que seja mérito dela (ou meu…) cortar a fita de chegada, mas simplesmente porque chegou na frente dos outros três ao longo de um tempo em que a “antiga tabelinha” nem sempre funcionava. Os mais antigos certamente devem se lembrar da dita que hoje é conhecida como “Tabela Menstrual”. (Continua…)

Feliz Dia Novo

Vira o ano e junto com ele a renovação de muitas promessas e metas – não cumpridas – naquele que ficou para trás. O tempo foi avançando, a disciplina (?) afrouxando e levando ao esquecimento muito do que se almejava na euforia dos fogos de artifício de então. (Continua…)

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