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* * * Reflexão em 120 segundos * * *

Categoria: Brasil (Página 1 de 11)

O Brasil de cada um

O salário de um ministro do Supremo Tribunal Federal é hoje de R$ 33.700. Acresça-se que entre benefícios vários – a que os doutos que vestem togas têm direito – está o auxílio-moradia de R$ 4.377; ou seja, mais de duas vezes o valor de minha aposentadoria depois de haver contribuído – pelo máximo – durante 35 anos. (Continua…)

Missão ou omissão?

As definições e composições políticas já deram a largada para colocar nas urnas nomes de candidatos e candidatas aos cargos majoritários no país. Com a reforma política arquitetada e aprovada pelo Congresso Nacional, estima-se que metade deles deverá ser reeleita. Afinal, o Legislativo é o fiel da balança para definir projetos do governo federal e reconhece seu “poder de fogo”. (Continua…)

Somos Todos Fiadores

O recesso do Judiciário terminou, eleições majoritárias à vista, momento para ponderarmos sobre alguns aspectos – muitos desconhecidos do cidadão comum – relativos ao Superior Tribunal Federal – STF. A Corte, sempre envolvida em querelas várias, passará a contar com um novo presidente a partir de setembro. Seu nome: José Antônio Dias Toffoli! E expectativa em curso. (Continua…)

Por falar em Copa (4)

A Copa do Mundo FIFA 2018 chega ao fim neste fim de semana, de forma melancólica para brasileiros e mais 31 seleções que correram, literalmente, atrás da Taça de Ouro. Todas, como sempre, com lágrimas penduradas.

Mas para os que gostam de reviver reminiscências, seleciono algumas passagens para matar a saudade – em algum momento mais a frente – com as lágrimas já enxutas. (Continua…)

Por falar em Copa (3)

Houve um tempo em que os campeonatos estaduais de futebol tinham jogos apenas aos domingos e sempre entrando em campo com as três “categorias” – juvenis, aspirantes e profissionais (eufemismo para titulares). Juvenis às 09:15h, aspirantes às 13:15h e time principal às 15:15h.  Pelo menos era assim lá no Rio de Janeiro na época em que se ia ao “campo” para assistir aos jogos, sentava-se no cimento da arquibancada (se não fosse sócio do clube) tomando aquele sol. (Continua…)

Por falar em Copa (2)

Para quem não sabe, em 28 de maio de 1928 o Comitê Executivo do Congresso da FIFA decidiu oferecer uma taça como recompensa pela conquista da primeira Copa do Mundo de Futebol.

O então presidente da Federação, Jules Rimet, ordenou que fosse feito um troféu, em ouro. Por sugestão de seu idealizador, a posse definitiva do troféu ficaria com o país que conseguisse vencer um total de três edições da Copa.

Um novo congresso da entidade, realizado em Luxemburgo, a 1 de julho de 1946, decidiu que o nome da taça homenagearia seu idealizador, passando desde então a chamar-se Taça Jules Rimet. (Continua…)

É disto que estamos tratando

Enquanto a bola rola, que tal abrir uma cervejinha para comemorar o gol de placa – sem narração – marcado pelo Senador José Reguffe (Distrito Federal)?

É possível que nunca tenha ouvido falar dele, não importa. Ou até importa, sim, eis que que se trata de um político brasileiro, íntegro, honesto de princípios e valores, merecedor de uma Copa sem prêmio de milhões de reais.    (Continua…)

Por falar em Copa…

Do UOL: “A CBF já definiu a premiação a ser paga aos jogadores da seleção brasileira em caso de conquista do hexacampeonato mundial. Após acordo entre diretoria e comissão técnica dias antes da estreia, ficou resolvido que vencer a Copa do Mundo renderá US$ 500 mil (R$ 1,87 milhão) para cada um dos 23 convocados, totalizando um valor de R$ 43,1 milhões em premiação ao grupo de atletas pelo sonhado título. O técnico Tite tem direito a valor semelhante em caso de vitória em uma possível final.”

Será este o Brasil que deu certo? (Continua…)

Aos desembargadores com carinho

Sem entrar nas filigranas da polêmica – absurda e inconsequente por natureza – vejo-me obrigado a aceitar e concordar com adjetivos vários que são proferidos por cidadãos de países civilizados ao se referirem ao nosso país – que é “bom de bola” – quando se trata de educação, civilidade e respeito pelo próximo.  (Continua…)

O guizo no gato

A recente greve dos caminhoneiros veio descortinar o ambiente sombrio que há muito pairava sobre os céus de Brasília. E, naturalmente, expôs a chaga do populismo que se pretende reinstalar no país, quando tapar o sol com a peneira é mais fácil (e conveniente) que enfrentar a realidade que nos impinge a aceitar Contos da Carochinha e verdades como a do nariz de Pinóquio.

Os caminhoneiros armaram o bote para cima de um governo prestes a receber a extrema-unção que abriu as burras do Tesouro Nacional com se dele fosse proprietário. (Continua…)

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