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* * * Reflexão em 120 segundos * * *

Categoria: Brasil (Página 1 de 11)

Por falar em Copa (4)

A Copa do Mundo FIFA 2018 chega ao fim neste fim de semana, de forma melancólica para brasileiros e mais 31 seleções que correram, literalmente, atrás da Taça de Ouro. Todas, como sempre, com lágrimas penduradas.

Mas para os que gostam de reviver reminiscências, seleciono algumas passagens para matar a saudade – em algum momento mais a frente – com as lágrimas já enxutas. (Continua…)

Por falar em Copa (3)

Houve um tempo em que os campeonatos estaduais de futebol tinham jogos apenas aos domingos e sempre entrando em campo com as três “categorias” – juvenis, aspirantes e profissionais (eufemismo para titulares). Juvenis às 09:15h, aspirantes às 13:15h e time principal às 15:15h.  Pelo menos era assim lá no Rio de Janeiro na época em que se ia ao “campo” para assistir aos jogos, sentava-se no cimento da arquibancada (se não fosse sócio do clube) tomando aquele sol. (Continua…)

Por falar em Copa (2)

Para quem não sabe, em 28 de maio de 1928 o Comitê Executivo do Congresso da FIFA decidiu oferecer uma taça como recompensa pela conquista da primeira Copa do Mundo de Futebol.

O então presidente da Federação, Jules Rimet, ordenou que fosse feito um troféu, em ouro. Por sugestão de seu idealizador, a posse definitiva do troféu ficaria com o país que conseguisse vencer um total de três edições da Copa.

Um novo congresso da entidade, realizado em Luxemburgo, a 1 de julho de 1946, decidiu que o nome da taça homenagearia seu idealizador, passando desde então a chamar-se Taça Jules Rimet. (Continua…)

É disto que estamos tratando

Enquanto a bola rola, que tal abrir uma cervejinha para comemorar o gol de placa – sem narração – marcado pelo Senador José Reguffe (Distrito Federal)?

É possível que nunca tenha ouvido falar dele, não importa. Ou até importa, sim, eis que que se trata de um político brasileiro, íntegro, honesto de princípios e valores, merecedor de uma Copa sem prêmio de milhões de reais.    (Continua…)

Por falar em Copa…

Do UOL: “A CBF já definiu a premiação a ser paga aos jogadores da seleção brasileira em caso de conquista do hexacampeonato mundial. Após acordo entre diretoria e comissão técnica dias antes da estreia, ficou resolvido que vencer a Copa do Mundo renderá US$ 500 mil (R$ 1,87 milhão) para cada um dos 23 convocados, totalizando um valor de R$ 43,1 milhões em premiação ao grupo de atletas pelo sonhado título. O técnico Tite tem direito a valor semelhante em caso de vitória em uma possível final.”

Será este o Brasil que deu certo? (Continua…)

Aos desembargadores com carinho

Sem entrar nas filigranas da polêmica – absurda e inconsequente por natureza – vejo-me obrigado a aceitar e concordar com adjetivos vários que são proferidos por cidadãos de países civilizados ao se referirem ao nosso país – que é “bom de bola” – quando se trata de educação, civilidade e respeito pelo próximo.  (Continua…)

O guizo no gato

A recente greve dos caminhoneiros veio descortinar o ambiente sombrio que há muito pairava sobre os céus de Brasília. E, naturalmente, expôs a chaga do populismo que se pretende reinstalar no país, quando tapar o sol com a peneira é mais fácil (e conveniente) que enfrentar a realidade que nos impinge a aceitar Contos da Carochinha e verdades como a do nariz de Pinóquio.

Os caminhoneiros armaram o bote para cima de um governo prestes a receber a extrema-unção que abriu as burras do Tesouro Nacional com se dele fosse proprietário. (Continua…)

Ainda há muito o que temer

A negociação para pôr fim à recente greve dos caminhoneiros foi uma clara demonstração do primarismo com que o governo federal trata os assuntos de relevância nacional. Habituado a se recompor politicamente na base do toma lá de cá, vendendo cargos de direção em empresas estatais a políticos protegidos pelo manto do foro privilegiado, sua incompetência para negociar com profissionais – escaldados e astutos – beirou a galhofa. (Continua…)

Mãe Nossa de Todo Dia

Segundo nos revela a história, a data a ser celebrada no próximo domingo “surgiu em virtude do sofrimento de uma americana que, após perder a mãe, passou por um processo depressivo. As amigas mais próximas de Anna M. Jarvis, para livrá-la de tal sofrimento, fizeram uma homenagem para sua mãe, que havia trabalhado na guerra civil do país, os Estados Unidos da América. A festa fez tanto sucesso que, em 1914, o presidente Thomas Woodrow Wilson oficializou a data e a comemoração se difundiu pelo mundo afora”.

No Brasil, em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou, também, o segundo domingo de maio como aquele para prestar homenagens às mães. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou, igualmente, que essa data fizesse parte do calendário oficial da Igreja Católica.

Com o passar do tempo, a história ficou para trás. Passou a ser uma data importante para o comércio que a explora através de campanhas publicitárias intensas não permitindo que alguém fique de fora.

Uma das mais belas frases que já tive oportunidade de ler sobre mãe, que nada tem a ver com Dia em questão, é esta escrita por Rajneesh: “No momento em que uma criança nasce a mãe também nasce. Ela nunca existiu antes. A mulher existia, mas a mãe, nunca. Uma mãe é algo absolutamente novo”.

Este pensamento, profundo a meu ver, revela cristalinamente a primordial diferença entre um pai e uma mãe. As mães permanecem à frente do dos pais, durante toda a vida de seus filhos, a começar por ser a primeira a tomar conhecimento da concepção. Além de dar-lhes vida, cedendo-lhes parte da sua por nove meses, surgem como as fadas dos contos, extrapolando seu papel de serem simplesmente mulheres. Nós homens – e mesmo pais, muitos – não temos a menor noção do que significa gestar no sentido lato do termo. Somos a centelha que inicia um processo mágico de transformação, mas não mais que coadjuvantes, espectadores apaixonados, orgulhosos como espécie.

Não há como presentear nossas mães biológicas e aquelas de nossos filhos, sem nos lembrarmos daquelas que não o são. Estas merecem estar, também, no topo do pódio. Tanto umas como outras, estou certo, anseiam, mais que lembranças compradas em lojas, por lembranças diárias vindas do coração, por palavras, gestos, afagos e até mesmo simples olhares.

Aquela que lhe permitiu estar aqui e agora pode estar presente apenas na saudade. Aproveite o domingo e todo o tempo que lhes resta, durante o ano todo, para lembrar que você simplesmente respira porque alguém, algum dia, lhe concedeu o privilégio de viver.

Não há dinheiro que compre o incomprável.

Devo admitir que sempre tive uma certa “pinimba” (má vontade) com os bancos. Afinal, são instituições que lucram sempre – independentemente da situação econômica do país – não produzem absolutamente nada e operam no azul, chova ou faça sol. Com recessão ou sem recessão, com instabilidade política ou não, com a economia global em ascensão ou não. (Continua…)

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