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* * * Reflexão em 120 segundos * * *

Categoria: Cotidiano (Página 1 de 4)

Espelho meu, espelho meu

O espelho faz parte de nossa vida desde sempre, mas sequer nos ocorre como seria viver sem ele. Talvez você não saiba que o primeiro foi feito com pedaços de obsidiana, uma rocha vulcânica, na Anatólia – atual Turquia – há pelo menos 8 mil anos atrás. Era pouco mais de um borrão. Nada que ao longo dos séculos não fosse aperfeiçoado até chegar-se, em 1835, com o alemão Justus von Liebig, ao desenvolvimento de um método para aplicar uma fina camada de prata metálica sobre vidro, dando origem aos espelhos modernos. E a realidade veio à tona!

Imagine-se, nos dias de hoje, você vivendo sem um espelho à sua frente, atento aos mínimos detalhes de seu corpo – rosto em particular. É bem verdade que existiriam algumas vantagens, pois você envelheceria sem se dar conta da realidade o que, talvez, o (a) deixasse um pouco mais…feliz. Afinal, o que os olhos não veem o coração não sente.

Ou se veem, podem enganar momentaneamente o cérebro deixando o inconsciente confuso e fazendo com que este capte ideias falsas, preenchendo espaços que não ficam claros à primeira vista. É o que chamamos de ilusão de óptica. Podem ser fisiológicas quando surgem naturalmente ou cognitivas quando se criam com artifícios visuais.

Para o cientista italiano Giovanni Caputo existe uma brincadeira (?) que consiste em olhar fixamente para o seu próprio reflexo em um espelho e ver como o seu rosto começa a se transformar em uma imagem toda distorcida ou, ainda, com visão de desconhecidos, animais e monstros. Segundo ele, não têm nada de sobrenatural e provavelmente pode ser explicado por meio de uma ilusão de óptica conhecida como Efeito de Troxler: consiste em um fenômeno de percepção visual descoberto por um médico suíço chamado Ignaz Paul Vital Troxler, em 1804, e se caracteriza pela perda da visão periférica quando olhamos ininterruptamente durante vários minutos para um ponto fixo.

E ainda segundo Caputo, é possível que algo mais possa estar envolvido na formação da ilusão, como, por exemplo, um efeito dissociativo de identidade. Segundo essa teoria, o cérebro possivelmente “bagunça” as regiões periféricas do rosto que saem de foco e as recria com novas feições — só que – algumas vezes – elas resultam ser assustadoras.

Bem, diante disso, melhor ficar com a “Branca de Neve” e o famoso espelho que conversa com a malvada rainha sendo por ela questionado: “ Espelho meu, espelho meu, existe no mundo alguém mais bela do que eu? ” O resto você deve conhecer. Caso não, assista ao filme e volte a ser criança mais um pouco.

A estrada é toda sua

Os que ingressam no mercado de trabalho munidos de diplomas acadêmicos ou técnicos têm como objetivo primeiro o emprego em uma empresa. Profissionais liberais optam, em menor número, por uma carreira solo. Para estes, é condição sine-qua-non a formação de excepcional qualidade e vocação inata, binômio fundamental para maximizar o sucesso na vida profissional. (Continua…)

Erros e o Vento

Ninguém erra por vontade própria. A menos que o faça por um desvio patológico ou fazendo uma jogada de mestre. Aquela em que só o sujeito enxerga o que outros não percebem. Acontece, e aí é chamado de gênio. Não poucos tentam driblar a natureza das situações querendo dar uma de joão sem braço. Não funciona!
O fato é que erramos por inexperiência, erro de cálculo, ousadia além da conta.  Não há quem possa atirar a primeira pedra! (Continua…)

A bússola de cada um

Desde cedo somos ensinados a procurar e a ter sucesso em tudo que fazemos. As pessoas apreciam se relacionar com os bem-sucedidos pois as fazem sentir prestigiadas perante o olhar alheio. Pessoas que “chegam lá” são amadas e, não raro, invejadas. (Continua…)

Qual o objetivo de sua vida?

“O rio atinge seus objetivos porque aprendeu a contornar obstáculos” (Lao-Tse)

 

Que empresas existem para dar lucro não é segredo para ninguém. São impessoais, dirigidas por homens e mulheres ambiciosos que procuram preservar seus empregos a qualquer custo. Demissões também não são novidade no meio e justificadas por mais variadas razões. Podem fazer parte da vida profissional de qualquer um. (Continua…)

Reflexão sobre o imponderável

reflexao-sobreNão há quem não tenha enfrentado altos e baixos na vida. Na vida pessoal e profissional. Fazem parte das vivências e experiências que nos levam – de um ou outro modo – ao estágio atual. Uns sorridentes até as orelhas; outros, recapitulando acontecimentos, confiam ser possível passar uma borracha (deletar…, para os mais jovens) e começar de novo.
(Continua…)

Hora de virar a página

hora-de-virar-a-paginaE o bissexto 2016 já se despediu. Pelo calendário chinês, Ano do Macaco de Fogo. Ano difícil, de poucas alegrias para muitos, dificuldades muitas enfrentadas por aqui e alhures, expectativas que parecem indicar tempo ainda instável com chuvas e trovoadas à frente. Mas como sempre, com uma pontinha de esperança guardada na manga. Afinal, dizem que Deus é brasileiro e o mundo todo, que anseia por tempos mais luminosos também, vai precisar d’Ele. (Continua…)

Hora da verdade

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Catástrofes e tragédias ocorrem, quase sempre, sem aviso prévio. O impacto causado por uma notícia atinge a cada um de nós de modo diverso. O drama pode ser sentido com maior ou menor intensidade se conhecido pelos jornais, assistindo à televisão ou comunicado verbalmente por alguém. Próximo à ocorrência, vivenciado, o choque pode tomar proporções indescritíveis. (Continua…)

Viagem sem volta

viagem-sem-voltaO país teve, esta semana, mais um feriado nacional: 2 de novembro, Dia de Finados. Apesar de sermos um país laico, eis que o Dia é comemorado pela Igreja Católica desde o século XI; mas não é um dia celebrado pelas pessoas de todas as religiões. A palavra “ finado” é um adjetivo que qualifica algo ou alguém que finou, que chegou ao fim, que está morto. Por esse motivo, o Dia de Finados também é conhecido como Dia dos Mortos. (Continua…)

Hora de formar empreendedores

hora-de-formar-empreendedoresO mundo globalizado oferece oportunidades de sucesso em qualquer profissão. Com ou sem crise, as oportunidades e interesse tanto de empresas como do mercado por profissionais competentes é uma realidade. Aquelas, por necessitarem, sempre e em qualquer tempo, de talentos bem preparados para gerir seus negócios com eficiência – em qualquer nível –  e o mercado por não poder abrir mão de profissionais liberais e de serviços visando manter a roda da economia em movimento. (Continua…)

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