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* * * Reflexão em 120 segundos * * *

Categoria: Política (Página 1 de 9)

O BRASIL do SUPERIOR TRIBUNAL FEDERAL

Em 7 de novembro, por pressão dos ministros do STF, o Senado Federal – tal qual Pilatos – lavou suas mãos em fim de mandato de seu presidente, Senador Eunício Oliveira (não reeleito em 2018), que fazendo uso de sua prerrogativa no cargo colocou em pauta para votação a proposta de aumento dos salários dos togados da Corte. O aumento foi aprovado. A proposta, que já havia passado pela Câmara dos Deputados “estava parada na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado havia dois anos”. Agora, ao apagar das luzes, seguirá para aprovação ou rejeição do presidente Michel Temer. Muito, muito estranho! (Continua…)

Injusto não confiar em mais ninguém porque foi iludido por outrem

É notório que, na imprensa, articulistas e repórteres optam por seguir uma linha que atenda suas convicções políticas ou de seus empregadores. As matérias produzidas – muitas com maestria – fazem uso de artifícios que podem dar à redação sentido ambíguo ou evitando expor com clareza e precisão o intuito da mensagem para iludir o leitor.

Foi o caso de uma jornalista – em engodo explícito – ao afirmar que 89 milhões de eleitores não votaram no candidato Jair Bolsonaro à presidência da República. Meia verdade, eis que: 147mi (eleitores) – 42mi de votos (nulos, abstenções e em branco) = 105mi (válidos). Destes, 58mi foram para o presidente-eleito e 47mi para o candidato do PT. Ponto final. Mas adotando o critério da autora, teriam sido 100mi os que não votaram no PT! Ou seja, 147mi (eleitores) – 47mi (em Haddad) = 100mi. Quem com ferro fere… (Continua…)

Comemos ou morremos de fome!

Apenas uma semana depois de encerradas as eleições majoritárias, consagrando Jair Bolsonaro como presidente-eleito, a artilharia da oposição e de outros tantos que ficaram em cima do muro até o fim, agora se manifesta como se brasileiros não fossem.

Fala-se muito em democracia, respeito às autoridades constituídas, amor por este Brasil combalido, mas na prática parece que o sentido de brasilidade desapareceu. Se é que algum dia existiu. Reagir negativamente sobre toda e qualquer notícia que possa eventualmente gerar polêmica em nada contribui para pacificar (como clamam tantos…) este país dividido menos por ideologias e mais por interesses grupais de várias ordens (ou desordens!). (Continua…)

Que não se perca a oportunidade

As eleições majoritárias deste ano terminaram frente a uma aguerrida disputa política polarizada, com ideologias antagônicas se digladiando por um espaço junto a eleitores convictos e nem tanto. Afinal, um contingente de 42,1 milhões de eleitores – somando os votos nulos e brancos às abstenções – não escolheram nenhum candidato – o que bem revela o estado de ânimo do brasileiro sobre o momento no país.

Alardeia-se que vivemos em uma democracia onde todas as instituições funcionam plenamente sem qualquer obstáculo. Verdade. No entanto, a lei brasileira obriga o cidadão e a cidadã a votarem, caso contrário serão punidos. Uma arbitrariedade, a meu ver, que suprime a liberdade do indivíduo de exercer seus plenos direitos sem qualquer contestação ou admoestação. Ressalve-se, contudo, que o resultado das eleições se deu dentro da normalidade e legalidade como reza a Constituição.

E assim, sem qualquer dúvida sobre a legitimação do resultado, o país entra em uma nova fase de sua vida política, econômica e social, com esperança renovada. Apesar de um Judiciário fragmentado, um Congresso igualmente fragmentado (ainda), desacreditado e um Executivo que cumpre seus derradeiros dias manquitolando.

A situação dramática vivida pela população de inúmeros municípios brasileiros em termos de segurança, saúde, economia e educação é trágica. Alguns, em verdadeira guerra civil não declarada, já banalizaram as mortes por balas perdidas que vem ceifando a vida de centenas de inocentes. Não por outra razão, estudo feito pelas Nações Unidas revelou um dado assustador: o Brasil é o segundo país da América Latina e Caribe com maior número de casos de balas perdidas. E mais: o país ocupa o 5º lugar no ranking mundial de Feminicídio, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos. Alarmante!

Quase 50 milhões dos habitantes vivem abaixo do limite de 5,50 dólares por dia; na educação, 27% dos brasileiros são analfabetos funcionais (sabem ler, mas não compreendem o sentido daquilo que leem) e 4% dos estudantes do ensino superior são considerados analfabetos funcionais. Inconcebível!

Por fim, a economia, sobre a qual tanto se fala, é a porta de saída para a redenção de nossos problemas nas áreas mencionadas: desde que o Congresso renovado cumpra com seu dever de zelar pelo desenvolvimento do país votando as reformas que se fazem necessárias e urgentes. E, complementando, reduzindo o tamanho do estado e cortando gastos do governo. 

A nona maior economia do planeta aguarda pela ação patriótica de um Legislativo que insira o Brasil no clube dos desenvolvidos. É a hora da verdade! É possível!

Que não se perca a oportunidade!

Reféns da Inteligência Artificial

“A desinformação deliberada ou involuntária que visa ao descrédito há de ser combatida com informação responsável e objetiva, tudo com a transparência que exige um estado democrático de direito. A Justiça Eleitoral não enfrenta “boatos com boatos” e avaliou que há um tempo para uma resposta em respeito ao devido processo legal.” (Continua…)

E o perdedor é…

A eleição para presidente da República este ano apresentará resultado revelador inusitado, ou seja: destaque para o perdedor. Não há qualquer incoerência nessa afirmação. Há muito mais em jogo do que levar o cetro para o Palácio da Alvorada. Há a possibilidade de um fim de carreira claudicante para o derrotado nas urnas. Afinal, desenha-se um novo quadro político no Congresso Nacional com indícios de novos tempos para o destino da República. Vale dizer, para a sociedade brasileira! A partir de agora siglas políticas pouco ou nada representarão e, ao que se possa imaginar, ideologias deverão aflorar com força em busca de um lugar ao sol. (Continua…)

Esqueçamos o retrovisor

O domingo passado (07) terminou com o encerramento da primeira fase das eleições para candidatos à presidência da República e governos estaduais. Não foram poucas as surpresas com o redesenho do perfil político do país. De agora em diante estaremos assistindo, e participando – ainda que involuntariamente – de um novo e desconhecido cenário. Uma incógnita, qualquer que seja o resultado do segundo turno dentro de três semanas. (Continua…)

Boa sorte, Brasil

Com a economia continuando a fazer água – apesar dos índices de inflação estarem controlados, mas com viés de alta – câmbio subindo e descendo ao sabor dos acontecimentos políticos e, claro, comportamento da economia mundial, o tempo parece estar distante de céu de brigadeiro.

O país está com sua atenção voltada para a eleição do próximo dia 7, a mídia se aproveita da conturbação verborrágica dos candidatos para vender notícia e o pleito – fundeado nos “contra” de ideias, ideologia e preferências gratuitas – é aguardado com a ansiedade natural do desconhecido. (Continua…)

O Judiciário nosso de cada dia

O capítulo “elegibilidade” da novela ex-presidente Lula terminou. Mas a narrativa ainda não! A pendência terminou semana passada depois de meses de idas e vindas através de liminares, cautelares, habeas corpus e mandados de segurança contra decisões judiciais e recursos internos contestando o que acabara de ser decidido nas diversas instâncias. Há mais por vir! (Continua…)

Acredite: este país já foi assim

A Proclamação da República Brasileira foi um golpe de Estado político-militar – liderado pelo Marechal Manuel Deodoro da Fonseca,  em 15 de novembro de 1889 – que instaurou a forma republicana presidencialista de governo no Brasil encerrando a monarquia constitucional parlamentarista do Império e, por conseguinte, destituindo e deportando o então chefe de estado, Imperador D. Pedro II. O resto da História você estudou na escola.

Mas são poucos os que conhecem importante parte da história do “alcunhado” Magnânimo – segundo e último imperador do Império do Brasil.  (Continua…)

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