PONDERANDO

* * * Reflexão em 120 segundos * * *

Categoria: Bem-estar (Página 1 de 37)

Bon Voyage (Boa viagem)

Muito se tem escrito, discutido, analisado sobre o tema envelhecimento. É assunto presente na medicina, na filosofia, na religião. Desperta interesse nos especialistas, estudiosos e leigos que procuram explicações e motivações para entender e retardar o inexorável processo – irreversível – de que no universo tudo tem princípio, meio e fim. (Continua…)

Au! Au! Au!

Há oito anos publiquei esta crônica em minha coluna no JC Holambra e em meu site Ponderando. Agora, atendendo a pedidos, ei-la novamente aqui:

“Sempre fui fã de cachorros. Meus filhos cresceram tutelados por cadelas Boxer. Amorosas e guardiãs dos pequenos, incrivelmente dóceis, se comportavam como membros da família. Todas foram educadas para conviver com visitas. Não ladravam por qualquer barulhinho e jamais infernizaram vizinhos com seus latidos de dia ou à noite. Apenas em situações extremas. (Continua…)

12 mil anos e… ainda não aprendemos

O canal de TV National Geographic, semana passada, divulgou entrevistas com astronautas – homens e mulheres – que estiveram por meses fazendo experiências na Estação Espacial internacional. Os depoimentos abordaram, inclusive, as dificuldades de uma eventual viagem a Marte (9 meses) em caso de, no futuro, haver necessidade de remoção de “terráqueos” para fugir de um – não fora de cogitações – cataclismo.     (Continua…)

O modelo se exauriu

“Este é um blog que acredita na magia da palavra escrita como elo de aproximação entre pessoas que comungam de um mesmo pensamento e fonte de oportunidades para reflexão de outras tantas que assim não pensam”.

Após alguns anos como colunista do JC Holambra e ter colocado o Ponderando na internet –- cunhei a frase acima para definir o espírito que me levou a escrever artigos e crônicas analisando e refletindo nosso viver ao longo dos tempos.

Não tive, nem tenho, como avaliar o resultado de meu propósito. Apenas a consciência de que não poderia me furtar à responsabilidade de contribuir para que possamos, todos, viver em harmonia e coexistir pacificamente apesar das divergências.  

Vivemos em um mundo globalmente conturbado por razões políticas, econômicas, éticas e sociais. Fronteiras e barreiras que salvaguardavam e respeitavam culturas e costumes vêm sendo demolidas. A desconfiança paira em todos os estratos das sociedades, seja por conflitos étnicos ou insegurança pessoal e familiar, diante da violência incontida por aqui e mundo afora.

A sobrevivência do planeta depende do bom senso de governos que dominam a tecnologia da energia nuclear bélica. Um resvalo em momento crítico e mergulharemos em hecatombe jamais vista.

O ser humano parece desconhecer a razão de sua existência. Inconsciente, persegue o poder e a riqueza como se sua saúde mental e física, bem como sua permanência por aqui fosse sem data para terminar e, ainda, lhe assegurasse qualidade de vida nesta que é efêmera por natureza.

Em detrimento da Saúde, Educação e Segurança, governos priorizam seus laços com a Economia –  maestrina das soluções para o bem-estar de seus povos. Parece não ser assim. A África, com países ricos em recursos minerais, padece com populações paupérrimas e governos autoritários ricos com contas na Suíça. Os Estados Unidos – maior potência mundial – escondem que apenas vinte por cento da população desfrutam de curso superior e tem bons empregos enquanto oitenta por cento vivem o setor de baixa renda. No Brasil as seis pessoas mais ricas concentram, juntas, a mesma riqueza que os 100 milhões mais pobres do país, ou seja, a metade da população brasileira.

A ONU prevê que dentro de 30 anos os terráqueos serão algo como 9 bilhões. O espaço físico a ser ocupado permanecerá o mesmo e os valores a serem respeitados para uma convivência pacífica, possivelmente distintos dos de hoje.

A miscigenação racial no mundo é crescente. Uma realidade sem volta com a Europa dando as cartas e o Oriente Médio se fazendo cada vez mais presente no Ocidente.

O modelo atual se exauriu. Vale refletir.

Feliz Dia Novo

Vira o ano e junto com ele a renovação de muitas promessas e metas – não cumpridas – naquele que ficou para trás. O tempo foi avançando, a disciplina (?) afrouxando e levando ao esquecimento muito do que se almejava na euforia dos fogos de artifício de então. (Continua…)

História e histórias do Brasil

Todos os dias a História do Brasil é registrada pelos anais de comunicação. A partir daí muitos historiadores e professores passam a compilar informações e dados para, eventualmente, publicá-los. Tem sido assim ao longo dos tempos e assim tem sido feito, por gerações, o ensino e aprendizado da “matéria” nas escolas. (Continua…)

Espelho meu, espelho meu

O espelho faz parte de nossa vida desde sempre, mas sequer nos ocorre como seria viver sem ele. Talvez você não saiba que o primeiro foi feito com pedaços de obsidiana, uma rocha vulcânica, na Anatólia – atual Turquia – há pelo menos 8 mil anos atrás. Era pouco mais de um borrão. Nada que ao longo dos séculos não fosse aperfeiçoado até chegar-se, em 1835, com o alemão Justus von Liebig, ao desenvolvimento de um método para aplicar uma fina camada de prata metálica sobre vidro, dando origem aos espelhos modernos. E a realidade veio à tona!

Imagine-se, nos dias de hoje, você vivendo sem um espelho à sua frente, atento aos mínimos detalhes de seu corpo – rosto em particular. É bem verdade que existiriam algumas vantagens, pois você envelheceria sem se dar conta da realidade o que, talvez, o (a) deixasse um pouco mais…feliz. Afinal, o que os olhos não veem o coração não sente.

Ou se veem, podem enganar momentaneamente o cérebro deixando o inconsciente confuso e fazendo com que este capte ideias falsas, preenchendo espaços que não ficam claros à primeira vista. É o que chamamos de ilusão de óptica. Podem ser fisiológicas quando surgem naturalmente ou cognitivas quando se criam com artifícios visuais.

Para o cientista italiano Giovanni Caputo existe uma brincadeira (?) que consiste em olhar fixamente para o seu próprio reflexo em um espelho e ver como o seu rosto começa a se transformar em uma imagem toda distorcida ou, ainda, com visão de desconhecidos, animais e monstros. Segundo ele, não têm nada de sobrenatural e provavelmente pode ser explicado por meio de uma ilusão de óptica conhecida como Efeito de Troxler: consiste em um fenômeno de percepção visual descoberto por um médico suíço chamado Ignaz Paul Vital Troxler, em 1804, e se caracteriza pela perda da visão periférica quando olhamos ininterruptamente durante vários minutos para um ponto fixo.

E ainda segundo Caputo, é possível que algo mais possa estar envolvido na formação da ilusão, como, por exemplo, um efeito dissociativo de identidade. Segundo essa teoria, o cérebro possivelmente “bagunça” as regiões periféricas do rosto que saem de foco e as recria com novas feições — só que – algumas vezes – elas resultam ser assustadoras.

Bem, diante disso, melhor ficar com a “Branca de Neve” e o famoso espelho que conversa com a malvada rainha sendo por ela questionado: “ Espelho meu, espelho meu, existe no mundo alguém mais bela do que eu? ” O resto você deve conhecer. Caso não, assista ao filme e volte a ser criança mais um pouco.

(Continua…)

A estrada é toda sua

Os que ingressam no mercado de trabalho munidos de diplomas acadêmicos ou técnicos têm como objetivo primeiro o emprego em uma empresa. Profissionais liberais optam, em menor número, por uma carreira solo. Para estes, é condição sine-qua-non a formação de excepcional qualidade e vocação inata, binômio fundamental para maximizar o sucesso na vida profissional. (Continua…)

Erros e o Vento

Ninguém erra por vontade própria. A menos que o faça por um desvio patológico ou fazendo uma jogada de mestre. Aquela em que só o sujeito enxerga o que outros não percebem. Acontece, e aí é chamado de gênio. Não poucos tentam driblar a natureza das situações querendo dar uma de joão sem braço. Não funciona!
O fato é que erramos por inexperiência, erro de cálculo, ousadia além da conta.  Não há quem possa atirar a primeira pedra! (Continua…)

Há que se reescrever a História…

O mundo enfrentou no século passado duas guerras mundiais de consequências catastróficas. Depois da última, não tem sido poucos os conflitos que continuaram explodindo, sempre em nome da hegemonia de uma raça ou religião levando o desespero a milhões. Sem nos esquecermos dos que ainda se expandem por razões econômicas e paixão pelo poder. (Continua…)

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