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Categoria: Saúde (Page 1 of 5)

Não somos seres unicelulares #610

Parece ter surgido uma luz no fim do túnel esta semana. 

“O governo do Reino Unido é o primeiro no Ocidente a autorizar uma vacinação contra a covid-19 e as autoridades indicam que doses fabricadas pela aliança entre a Pfizer e a alemã BioNTech poderão começar a ser aplicadas na população a partir da semana que vem. A medida, para técnicos da OMS, abre uma nova era e a possibilidade de uma imunização em massa. (UOL)

Este primeiro passo na busca de uma solução que possa poupar milhões de vidas no planeta – em uma pandemia negada tanto pelo governo dos Estados Unidos com Trump como por aqui com Bolsonaro – requer a ajuda da população que, ao que se percebe, não tem colaborado muito.

Os Estados Unidos – de longe o país mais atingido pela pandemia no mundo – registram mais de 13,7 milhões de casos e 270.450 mortes. Nesta terça-feira (1º) mais de 2.500 mortes por Coronavírus nas últimas 24 horas, o nível mais alto desde final de abril, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins. Os especialistas temem que as milhões de viagens feitas pelos americanos para comemorar o Dia de Ação de Graças, na semana passada, venham a provocar um aumento no número de contaminações que já não é pequeno.

Na Argentina por ocasião do velório de Diego Maradona estimou-se que mais de um milhão de portenhos estiveram aglomerados no último adeus ao ídolo-jogador. Aguarda-se uma piora nas estatísticas.

No Brasil já é de 6 milhões o número de casos e mais de 170 mil óbitos. Enquanto a Índia com uma população de 1,353 bilhão de pessoas lamenta a perda de 138 mil vidas o Brasil chora a morte de mais de 170 mil apesar de ter uma população 15.5% menor. O negacionismo vem cobrando sua conta sem piedade! “Afinal, vamos todos morrer um dia”, frase cunhada por nosso presidente!

E as praias continuam lotadas, o distanciamento social e uso de máscaras conforme orientação da OMS negligenciados, uma verdadeira insensatez!

Os países mais ricos deverão ser privilegiados quando as vacinas estiverem disponíveis e a logística equacionada. O resto da população do planeta – principalmente os países mais pobres, como sempre – aguardam pelo Deus dará!

A equação controle da pandemia + proteção das economias + preservação da sanidade mental da população, acrescida dos abomináveis interesses políticos sem nome, não é de fácil solução.

Lamentavelmente, o ser humano – dito racional – tem dificuldade de entender que a sobrevivência da espécie depende exclusivamente dele mesmo. Não é um ser unicelular, se é que tem ideia do que isso signifique.

email ; radeathayde@gmail.com

Quantos são os mandatos em uma vida? #609

Em 1900, a expectativa de vida era de 33,7 anos. Em 1960, de 52,5 anos. Para os que nascem em 2020, a média é de 76,7 anos e a projeção para os que vierem a nascer em 2040, 79,9 anos.

Como toda regra tem exceção, fique tranquilo, pois diariamente a previsão vem sendo quebrada por muitos, não é uma ciência, e o que vale mesmo é viver o nosso dia a cada dia.

Se sua idade é superior aos famosos 60 anos – considerado ponto de inflexão na geriatria – é praticamente de conhecimento comum que as doenças mais referidas e que acometem as pessoas após aquela idade são as cardiovasculares, diabetes, demência, osteoporose, tonturas, incontinência urinária, entre outras. 

Assistindo a um programa de TV em meu recanto de isolamento – sugerido pela ciência visando minha proteção contra o vilão da década, Covid-19 – um comentarista inconveniente lembra que o presidente-eleito dos EUA, Joe Biden – idade 78 –, deverá concluir apenas um mandato haja vista  a idade que terá daqui a 4 anos…

Afinal, segundo expectativa majoritária, creio eu, seria de se esperar que as funções cognitivas de alguém com a idade de Joe Biden já tenha perdido extremo vigor; mas tendo enfrentado uma maratona como a da ferrenha campanha presidencial contra um candidato tinhoso com Trump, a expectativa parece não se confirmar. Oxalá!

Assim, idade cronológica nestes tempos de altíssima tecnologia desenvolvida pela e para a área médica coloca por terra teorias sobre longevidade. Imagine-se a vovó de 50 anos atrás cuidando dos netos, fazendo crochê na cadeira de balanço, com pouca ou nenhuma atividade. E hoje, à fartura, avós com 80 anos e mais, ativíssimas, partilhando interesses extracurriculares.

As novas gerações de aposentados, ainda em plena forma produtiva, mas desativados por um sistema e economia perversos, com muita lenha para queimar, são os candidatos preferidos de muitas das doenças mencionadas. Cabendo sempre lembrar a frase “mens sana in corpore sano” (“mente sadia em corpo sadio”). O que me traz à mente uma que Augusto Hermes (meu pai) proferia à larga: “quando a cabeça não funciona o corpo padece”. Touché! 

Assim, meu caro ou minha cara, se você está enquadrado na camisa de força da idade, ou de um simples número, ajuste sua sintonia com carinho. Males todos os temos, mas fique de olho na sintonia. O tempo ruge, mas o leão é manso.

E.T. Em janeiro próximo termino meu 86º mandato de vida. Espero ser reeleito.

email: radeathayde@ponderando.com.br

Geração Digital #606

Em entrevista à BBC (British Broadcasting Corporation) News Mundo, o neurocientista francês Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto Nacional de Saúde da França alerta: “Simplesmente não há desculpa para o que estamos fazendo com nossos filhos e como estamos colocando em risco seu futuro e desenvolvimento”.

Com dados concretos e de forma conclusiva, expõe como os dispositivos digitais estão afetando seriamente — e para o mal — o desenvolvimento neural de crianças e jovens. “As evidências são palpáveis: já há um tempo que o testes de QI têm apontado que as novas gerações são menos inteligentes que anteriores.”

Não estamos falando de um neurocientista qualquer, mas sim de alguém que já passou por centros de pesquisa renomados como o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e a Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos.

Seus estudos concluem que os jovens de hoje são a primeira geração da história com um QI (Quociente de Inteligência) inferior ao dos pais, uma tendência que foi documentada na Noruega, Dinamarca, Finlândia, Holanda, França.

Vários estudos têm mostrado que quando o uso de televisão ou videogame aumenta, o QI e o desenvolvimento cognitivo diminuem. Os principais alicerces da nossa inteligência são afetados: linguagem, concentração, memória, cultura. Em última análise, esses impactos levam a uma queda significativa no desempenho acadêmico.

“São, em média, quase três horas por dia para crianças de 2 anos, cerca de cinco horas para crianças de 8 anos e mais de sete horas para adolescentes. Isso significa que antes de completar 18 anos, nossos filhos terão passado o equivalente a 30 anos letivos em frente às telas ou, se preferir, 16 anos trabalhando em tempo integral!” É simplesmente insano e irresponsável afirma o neurocientista.

As causas também são claramente identificadas: diminuição da qualidade e quantidade das interações intrafamiliares, essenciais para o desenvolvimento da linguagem e do emocional; diminuição do tempo dedicado a outras atividades mais enriquecedoras (lição de casa, música, arte, leitura; perturbação do sono, que é quantitativamente reduzida e qualitativamente degradada; superestimulação da atenção – levando a distúrbios de concentração -, aprendizagem e impulsividade; subestimulação intelectual – que impede o cérebro de desenvolver todo o seu potencial – e o sedentarismo excessivo que, além do desenvolvimento corporal, influencia a maturação cerebral.

Com o pensamento negacionista em evidência, interesses econômicos e financeiros poderosos bradarão aos quatro ventos tratar-se de mais uma sirene alarmista (a prejudicar seus negócios). Não é! É ciência!

Sugiro, portanto, a leitura na íntegra da entrevista do Dr. Michel Desmurget acessando

https://www.bbc.com/portuguese/geral-54736513

email – radeathayde@gmail.com

Sua vida é tão importante quanto a minha #603

O homem é um animal gregário. Aristóteles dizia que o homem não pode suportar a ideia de estar só consigo, quer ser unidade e não individualidade.

A pandemia que se instalou no planeta desde o fim do ano passado, mas sem data para terminar, pegou o ser humano de surpresa ao defrontá-lo com a “COrona VIrus Disease” (Doença do Coronavírus), que agrega o “19” por se referir a 2019, quando os primeiros casos em Wuhan, na China, foram divulgados publicamente pelo governo no final de dezembro.

O assunto, por demais complexo, gera discussões, análises científicas e nem tanto, levando teorias e comprovações ao conhecimento do público, ignorante na matéria, não raro com pouca ou nenhuma compreensão do que está sendo discutido e exposto. Para sua proteção o ser humano aprendeu, de forma simples, que deve manter o distanciamento social, lavar as mãos com frequência fazendo uso de água e sabão ou álcool em gel 90, usar máscaras em quaisquer ambientes. De resto, permanece sem entender muito bem – ou entendendo muito mal – como tecnicamente são avaliados os critérios que determinam o estágio em que se encontra a doença no seio das populações.  

A estratégia para lidar com a CoVid-19 é, na opinião de diversos cientistas, limitada demais para deter o avanço da doença. “Todas as nossas intervenções se concentraram em cortar as rotas de transmissão viral para controlar a disseminação do patógeno”, escreveu recentemente em um editorial Richard Horton, editor-chefe da prestigiosa revista científica The Lancet.” Parece ser muito pouco ainda, o que levou ao desenvolvimento de vacinas em tempo recorde de olho no bilionário e lucrativo mercado mundial.  

O fato é que adentramos em uma Nova Era, apesar da resistência ferrenha do ser humano reconhecê-la em maior ou menor grau. O embate economia/política/saúde leva esse ser dito pensante a considerar o bolso e a forma de encarar a “liberdade” mais importantes que a vida. Os bilhões de potenciais vetores (veículos transmissores de doenças) à solta e mais de um milhão de óbitos mundo afora nestes nove meses parecem não alterar o viés de como enxergamos a sobrevivência. E quanto as flexibilizações? Abriram-se as porteiras!

Não estou certo se milhões de cruzes repousando em terrenos indigentes são suficientes para conscientizar o ser humano a repensar porque habita este planeta, qual sua função e seu destino. O somatório das forças ativas em todo o universo é regente enquanto à orquestra – você, eu, nós – cabe ler as partituras.

A sua vida é tão importante quanto a minha! Cuide-se!

email radeathayde@gmail.com

Este o mundo que estamos a viver #602

Os assuntos dominantes desde o fim da semana passada foram o debate entre os dois candidatos à presidência dos Estados Unidos – Donald Trump e Joe Biden – e a contaminação do primeiro pela Covid-19. O debate, de uma pobreza franciscana, mas de uma agressividade “trumpiana” de um lado – e a apatia do oponente que pretende ser o homem mais poderoso do mundo do outro – é uma demonstração de como a sociedade mais rica do planeta trata de temas que afligem toda a humanidade.

Aglomerações: gatilho de efeito retardado? #597

Difícil, ainda sob a tutela da pandemia da covid-19, fugir de temas a ela relacionados principalmente se você estiver confinado em casa e ser enquadrado na categoria alto risco. Não são poucos os que se encontram nessa situação, mas muitos, inúmeros, os que estão nem aí. Aglomerados em praias, bares e baladas, por ignorância ou incompreensão, mas não por desinformação, esses milhares de indivíduos espalhados por todo o país podem estar se transformando em armas letais de efeito retardado. Ou suicidas em potencial!

Muito tem se discutido e lido sobre este tipo de comportamento. Mas parece que uma força maior que a do bom senso ou, pelo menos, a de respeitar a dúvida, prevalece principalmente entre os mais jovens, aqueles que se julgam eternos e a prova de tudo. 

Afinal, em algum momento, devem ter se dado ao trabalho de fazer uma continha e concluíram que, se são 26 milhões de pessoas infectadas em todo o mundo (população 7,5 bilhões) a proporção de óbitos em relação a população do planeta é de 0,033. Ora, no Brasil essa proporção (óbitos/infectados) é de 0,031 na data de hoje (31/8), bem próxima da mundial. Então?

Então a conclusão que se poderia tirar desse raciocínio é que as circunstâncias por aqui não parecem ser mais graves que no resto do mundo, apesar de na Europa a situação ter ficado mais alarmante durante muito tempo e as condições, por lá, de prevenção severas e controladas por um longo período.

Ora, dir-se-ia então que a flexibilização indiscriminada, independente, autorizada pelas autoridades municipal ou estadual, aqui, estaria “compatível” com as regras duras estabelecidas em outros países, haja vista os resultados alcançados até o momento…

Como autoridades sanitárias, governos e cientistas ainda estão aprendendo sobre o comportamento do vírus, somos obrigados a conviver com os que arriscam suas vidas – e as de seus semelhantes, “por tabela” -, dando um exemplo descompromissado com o desconhecido.

Mas um dia, passado esse episódio – que está transformando o comportamento de todos nós, seja na forma de se relacionar, de educar, de conduzir os negócios, na valorização da vida – terá seu peso avaliado pelos sobreviventes.

Eis que a vida sempre segue seu curso!

E a pergunta que deveríamos ter em mente no momento, sem qualquer discurso, é como pensamos a vida e como trata-la: a própria e a dos semelhantes.

Aqueles seres muito simples e pequenos, formados basicamente por uma cápsula proteica envolvendo o material genético, que chamamos de vírus, ainda “dão um baile” nos seres ditos inteligentes: nós!

Portanto, cuide-se!

email radeathayde@ponderando.com.br

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Saia do seu Casulo #596

Com milhões de telespectadores em todo o mundo assistindo à final do jogo de futebol do ano – “Champions League“ – entre Bayern de Munique (Alemanha) e o badalado clube francês PSG, encerramos mais uma semana, com a população enfrentando os efeitos da pandemia, cada segmento da sociedade enfrentando-a a seu ver ou crer, a vida política transgredindo um mínimo de ética, as falácias midiáticas iludindo os mais despreparados em uma guerra sem fim.

Entrar no mérito de qualquer uma dessas questões leva a interpretações estéreis, passiveis de contestações, não contribuindo em absolutamente nada para desopilar o fígado dos mal humorados nem alegrar mais a vida daqueles que com ela estão de bem.

Não tenho ideia do número de brasileiros confinados em casa respeitando a orientação das autoridades sanitárias. Qualquer que seja ele, a vida dessas pessoas não tem sido fácil, especialmente aquelas com crianças – sempre irrequietas – e idosos muitas vezes distantes de seus familiares.

A vida de cada um de nós nunca foi – nem é – uma planície. Mas em momentos como os que estamos a enfrentar é inevitável que tenhamos todos, creio que sem exceção, “conversado com nossos botões” questionado certezas e incertezas, revisado posicionamentos – até secretos – e, quem sabe, dando um novo rumo em suas vidas.

Aliás, a julgar-se pelas notícias otimistas, são inúmeros os casos de pessoas que se reinventaram partindo para atividades díspares das habituais mudando o viés da perspectiva. Talvez seja por isso que em algumas situações análogas tenha surgido o ditado “a necessidade é mãe da invenção “.

Quero crer que, para muitos, portas se abriram motivando desalentados a “partir para a briga” em uma contaminação saudável.  Afinal não seria absurdo lembrar o que todos sabemos, – mas insistimos em, compreensivamente, mascarar – olvidando que a vida é hoje, o amanhã é incerto, a idade não é privilégio nem tão pouco obstáculo.

A saúde é primordial e a covid-19 mais um desafio a enfrentar entre tantos que assolam a humanidade. Assim, cuide-se!

E se puder, fique em casa, mas saia do seu casulo.

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A Verdade é Nua e Crua? #593

O assunto não morre, quem morre são as vítimas da covid-19 que hoje (3/9) já somam mais de 94 mil no Brasil.

Enquanto navegamos dentro desse furacão o candidato a presidente da República, em 2022, cavalga pelo Nordeste sem máscara, provocando aglomerações, contrariando orientações da OMS, como se não fora o país considerado – pela mesma instituição – como um dos três mais perigosos para o restante do mundo, representando uma ameaça aos países que, hoje, conseguiram um certo controle do vírus. Restante do mundo!

Em flagrante campanha eleitoral antecipada, o inquilino do Palácio do Planalto abstém-se de liderar o combate à pandemia negando sua letalidade e louvando medicamento descartado pela comunidade científica como sendo ineficiente no combate ao vírus.

Talvez por não outra razão, o cientista suíço e colaborador da OMS (Organização Mundial da Saúde), Didier Pittet, considerado como um dos principais epidemiologistas na Europa, declarou que a resposta do governo brasileiro diante da pandemia deve ser alvo de um inquérito ou de uma avaliação.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que não haverá solução mágica contra a Covid-19 no Brasil, que o país precisará percorrer um “longo caminho” para sair da crise e sugere que as autoridades no país repensem suas estratégias se quiserem superar a pandemia. “Chegou o momento de alguns governos “darem um passo para atrás agora” e avaliar se de fato estão fazendo tudo o que podem, politicamente, economicamente, e em termos de saúde para suprimir o vírus”

“O mundo nunca viu algo assim desde 1918 e o impacto será sentido por décadas. Mas o seu controle está em nossas mãos” alerta a OMS.  A agência voltou a solicitar que governos atuem em todas as frentes, com testes, isolamento, distância, uso de máscaras e higiene, além de ampliação dos investimentos no setor de saúde. A ordem é a de não aguardar pela vacina.

Com tristeza e apreensão assisto, impotente, diariamente, às cenas de descaso do governo pelo desespero e desalento de famílias enlutadas. Na contramão de tudo que já aprendemos sobre a covid-19, a negação da gravidade ora enfrentada. No exemplo demagógico, uma frieza perturbadora diante da realidade.    

Mas, então, se assim for, o que não consigo vislumbrar?

Será que nos encontramos diante de uma conspiração mundial para descrédito da ciência – apesar de grupos de cientistas, aparentemente idôneos, terem visão distinta da realidade ora sendo enfrentada? Se sim, por que? Com que interesse? Orquestrado por quem ou quais grupos?

Se não, a realidade que se apresenta é, dolorosamente, dramática. Beira a criminalidade.

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Quanto vale um ser humano?

Já nos rendemos à verdade de que apenas uma vacina comprovadamente eficaz pode reverter o quadro devastador que a covid-19 vem causando no mundo: mais de 16 milhões de pessoas infectadas e 657 mil passamentos (28/7). Nessa guerra, a OMS – Organização Mundial de Saúde – lista 133 estudos de vacinas contra a pandemia, inclusive quatro no Brasil. Continue reading

A QUEM INTERESSAR POSSA

Os embates conflitantes visando o enfrentamento da covid-19 permanecem intensos desde o início da pandemia, há quatro meses no país. Do negacionismo à existência da manifestação da doença infectocontagiosa até às condições de como combatê-la, o clima sendo enfrentado pela população é de dúvidas e incertezas.

Autoridades sanitárias – como a Organização Mundial de Saúde, o Ministério da Saúde e a SBI Sociedade Brasileira de Infectologia – debatem e discutem, diuturnamente, sobre como tratar as diversas fases da doença. Continue reading

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